Sardinha para a saúde do cérebro

sardines 30082015

A sardinha é um peixe de água salgada, rico em ômega 3, proteínas, cálcio, fósforo, selênio, vitamina B12, vitamina D, e ácidos graxos ômega-3. O ideal é consumir a sardinha fresca. Para quem não pode ter a sardinha fresca, a enlatada é uma ótima opção pois os nutrientes são mantidos. No entanto, o melhor é escolher sardinhas em conserva de azeite e enlatadas em vidro, para evitar contaminação com toxinas presentes em outros tipos de embalagem.

O ômega 3 é muito importante para a saúde do cérebro. Também é uma anti-inflamatório que atua reduzindo a chance de doenças crônicas, como artrite, câncer ou doenças cardiovasculares. O ômega 3, presente na sardinha, também beneficia outros grupos, como pessoas que tem diabetes, problemas de pele, asma, depressão, cólicas menstruais, TPM, menopausa, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e declínio cognitivo.

A sardinha é ainda eficiente para controlar os níveis de triglicérides, graças ao ômega 3 presente em sua composição. Além disso, a sardinha é um dos poucos alimentos que são fonte de vitamina D. Assim, a sardinha contribui para o aumento da absorção do cálcio no organismo, benefício complementado com a ação do fósforo, também presente na sardinha.

Mas algumas precauções devem ser tomadas. Pessoas que tem ácido úrico elevado devem consumir sardinha com moderação. Na alimentação de crianças, o alimento deve ser introduzido aos poucos. Além de ser um peixe que pode causar alergia, contém espinhas que podem ser perigosas para crianças. A quantidade máxima de sardinha para mulheres grávidas e para crianças é de 350g de sardinha por semana.

Fonte: Minha Vida